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«(...) um objecto que escapa a qualquer cliché «panfletário», movendo-se antes nos territórios da comédia do absurdo e daparábola política.»
João Lopes, Notícias Sábado
«(...) não é apenas a repetição de uma fórmula cuja patente Suleiman registou e sabe ser única. É, simplesmente, um filmemais melancólico, mais entregue à espera e ao sabor do tempo.»
Francisco Ferreira, Expresso
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